Relayium

Transferir arquivos escaneando um código QR

Última atualização: 2026-07-09

Digitar um código de seis caracteres é rápido, mas escanear é ainda mais rápido — aponte a câmera do celular para a tela e a transferência fica pronta antes de você terminar de digitar. O fluxo de emparelhamento do Relayium mostra um código QR ao lado de cada código de emparelhamento exatamente por isso.

Este é o fluxo entre redes: funciona tanto se os dois dispositivos estiverem no mesmo Wi-Fi como em lados opostos do planeta. O QR é só um atalho para esse fluxo — o código e o link abaixo dele funcionam exatamente da mesma forma se escanear não for conveniente.

Crie um código, obtenha um QR

No dispositivo que envia, abra relayium.com e faça login — criar um código de emparelhamento é o único ponto em que o Relayium pede uma conta, porque o código precisa pertencer a alguém. Escolha um arquivo, uma pasta, ou apenas conecte sem arquivos na fila ainda.

O Relayium gera um código de emparelhamento curto — seis caracteres de um alfabeto do qual foram retiradas todas as formas que se confundem, então não há 0 nem O, nem 1 nem I — e, logo ao lado, renderiza um código QR. O código vale cinco minutos; depois disso, basta gerar outro. O QR não codifica nada de novo — é o mesmo link de entrada que o botão “copiar link” oferece, apenas renderizado como um quadrado escaneável em vez de texto. Quem abrir esse link chega direto à sua sala de emparelhamento.

Escaneie — sem app, sem conta

No outro dispositivo, abra o app da câmera (ou qualquer leitor de QR) e aponte para a tela. Tocar na notificação que aparece abre o link em um navegador, que entra na sala automaticamente — sem digitar nada, sem conta relayium.com para quem escaneia, e nada para instalar.

Se não houver uma câmera à mão, o mesmo link funciona colado em qualquer navegador, e o código de seis caracteres funciona digitado na caixa “inserir código” de relayium.com. O QR é uma comodidade sobreposta aos dois, não um mecanismo separado — escolha o que for mais fácil no momento.

O que acontece depois do escaneamento

Escanear apenas coloca os dois dispositivos na mesma sala; a transferência em si não muda em relação a qualquer outra sessão com código de emparelhamento. Os dois navegadores derivam uma chave compartilhada com uma troca de chaves X25519, criptografam cada bloco com AES-256-GCM e o enviam por um canal WebRTC apoiado em um retransmissor TURN.

As duas telas mostram o mesmo código de verificação de seis dígitos (SAS) — olhe os dois e confirme que coincidem antes de confiar na conexão; é assim que você pega um retransmissor malicioso no meio. Uma transferência por código de emparelhamento segue sempre por esse retransmissor em vez de procurar antes um caminho direto: entre duas redes normalmente não existe nenhum, e procurá-lo atrasaria a conexão em uns vinte segundos para terminar no retransmissor de qualquer jeito. O retransmissor só encaminha texto cifrado — não tem chave nenhuma e nunca vê seus arquivos. Cada arquivo é verificado de ponta a ponta com um hash SHA-256, e uma conexão interrompida pode ser retomada em vez de recomeçar.

Se o escaneamento não funcionar

As câmeras falham, a iluminação está ruim, ou um dispositivo simplesmente não tem uma câmera à mão — nada disso deveria bloquear a transferência. O cartão de emparelhamento no dispositivo que envia também mostra botões para copiar o código bruto e o link (e um botão de compartilhamento nos dispositivos que o suportam), além de uma contagem regressiva até o código expirar.

Digite o código de novo, cole o link, ou use o menu de compartilhamento para enviá-lo de outra forma (chat, AirDrop, o que for mais rápido) — cada caminho chega à mesma sala e obtém a mesma conexão criptografada. O QR é um entre vários pontos de entrada, nunca uma exigência.

Perguntas frequentes

Quem escaneia o QR precisa de uma conta Relayium?

Não. Só o remetente faz login para criar o código de emparelhamento e o seu QR. Quem escaneia apenas entra na sala que já foi criada — sem conta, sem cadastro, nada para instalar.

O que o código QR contém de fato?

O mesmo link de entrada que o botão “copiar link” copia — uma URL relayium.com com o código de emparelhamento embutido. Escaneá-lo apenas abre esse link no navegador, que entra na sala automaticamente.

Escanear o QR é tão seguro quanto digitar o código?

Sim, é a conexão idêntica de qualquer jeito. Os dois dispositivos ainda negociam uma troca de chaves X25519, criptografam com AES-256-GCM e mostram um código de verificação SAS coincidente que você deve conferir antes de confiar na transferência. O QR só muda como você entra na sala, não como a transferência é protegida.

E se o QR não escanear?

Nada se perde — o mesmo cartão de emparelhamento mostra o código bruto e um link copiável, e um botão de compartilhamento nos dispositivos compatíveis. Qualquer um deles abre a mesma sala que o QR.

Isso funciona entre redes diferentes, como dados do celular e o Wi-Fi de casa?

Sim. Este é o fluxo de emparelhamento entre redes, então funciona tanto se os dois dispositivos compartilharem uma rede como se não. Um código de emparelhamento sempre liga os dois por um retransmissor TURN criptografado — o caminho confiável entre redes cujos NATs costumam inviabilizar qualquer conexão direta — e esse retransmissor só carrega texto cifrado. Quem conecta diretamente são os dispositivos de uma mesma rede que se encontram sem código.

Abra o Relayium, crie um código e tente escanear o QR com outro dispositivo — sem app nem conta para quem escaneia.

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