Última atualização: 2026-07-03
Android e iPhone não compartilham um AirDrop, então mover algumas fotos ou um vídeo entre eles geralmente significa um cabo USB, um app de conversa que comprime suas imagens, ou uma ida e volta por algum drive na nuvem. Os três são mais lentos e mais trabalhosos do que deveriam ser.
O Relayium pula tudo isso. Os dois celulares abrem a mesma página web, se encontram e os arquivos viajam diretamente entre eles — criptografados de ponta a ponta, sem app para instalar. Na mesma rede não é preciso conta; enviar entre redes com um código de emparelhamento apenas pede que o remetente entre. Este guia mostra passo a passo.
Nada para instalar. Na mesma rede também não há nada para cadastrar — as transferências em tempo real funcionam direto do navegador nos dois dispositivos.
Este é o caminho mais simples. Na mesma rede, os dois celulares se descobrem automaticamente, então quase não há nada para digitar.
Você não precisa estar na mesma rede Wi-Fi. Se os celulares estão em redes diferentes — um em dados móveis, o outro na rede Wi-Fi de casa — o Relayium ainda consegue conectá-los com um código de emparelhamento.
O dispositivo que envia mostra um código de emparelhamento curto; digite-o no outro celular (ou abra o link de compartilhamento que ele gera). Uma transferência montada assim entre duas redes passa por um retransmissor TURN criptografado, e não por uma ligação direta entre os dois celulares — de propósito: entre duas redes diferentes quase nunca existe um caminho direto, e tentá-lo primeiro travaria a conexão por uns vinte segundos antes de acabar no retransmissor mesmo assim, então o Relayium vai direto a ele e conecta em um ou dois segundos. O retransmissor só encaminha texto cifrado; os arquivos saem selados de ponta a ponta antes de deixar o seu celular, então ele nunca consegue lê-los. Se a conexão cair no meio da transferência, ela pode ser retomada em vez de recomeçar. Enviar assim exige que o remetente entre — a pessoa que recebe nunca precisa de conta.
O Relayium não é a única opção, e vale conhecer os trade-offs honestos das alternativas:
Não. Diferentemente de um app de mensagens, o Relayium envia o arquivo original byte a byte — sem recompressão, sem redimensionamento. O que chega ao iPhone é uma cópia exata do que saiu do celular Android.
Para comprovar, cada arquivo é verificado de ponta a ponta com um hash SHA-256, então uma foto ou vídeo que chega é garantidamente idêntico ao que você enviou. Arquivos grandes também são bem tratados: um navegador com a API File System Access (Chrome ou Edge no computador) grava o arquivo recebido direto no disco, sem limite de tamanho. Firefox, Safari e navegadores de celular — no iPhone é tudo WebKit — não têm essa API, então neles o lote é montado na memória, e o Relayium avisa antes de você aceitar assim que passa de cerca de 256 MB. Esse número é uma estimativa propositalmente conservadora, não um teto medido: o ponto real de falha depende da memória do aparelho, do sistema e de quantas abas estão abertas.
Não. O Relayium roda inteiramente no navegador tanto no Android quanto no iPhone. Abra relayium.com em cada dispositivo e você está pronto — sem download de qualquer forma. Na mesma rede uma transferência em tempo real não precisa de conta; emparelhar entre redes apenas pede que o remetente entre. Você pode, opcionalmente, adicioná-lo à tela inicial como um PWA, mas isso é só um atalho.
Não. A mesma rede é o caminho mais rápido porque os dispositivos se descobrem automaticamente, mas um código de emparelhamento conecta dois celulares entre redes diferentes — mesmo um em dados móveis e outro em Wi-Fi. A transferência permanece criptografada de ponta a ponta nos dois casos, embora emparelhar entre redes exija que o remetente entre — o destinatário nunca precisa de conta.
Não. O arquivo original é transferido byte a byte sem compressão, e cada arquivo é verificado de ponta a ponta com um hash SHA-256, então o que chega ao iPhone é idêntico bit a bit ao que você enviou do Android.
Abra o Relayium nos dois celulares e envie seus primeiros arquivos — sem instalação, e sem conta necessária na mesma rede.
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